sexta-feira, 30 de março de 2012

Subida impossivel

E já que estou com vontade aqui fica mais um relato.Desta vez o destino foi Silves. Fomos assisitir à 11ª Subida Impossível, organizada pelo Moto Clube de Albufeira.
Desta vez fomos 4 viajantes. Eu na Varadero, o Nuno na sua GS 1150 Adv, pois é o menino mudou de montada, o Paulo na Suzuki Bandit 600 e, um estreante aqui no blog, Jorge com a sua Kawasaki Ninja 600.
Saímos de Ermesinde e fomos a Gaia buscar o novato a casa!!! Só saia se algum adulto fosse!! ehehehe Entramos na A1 e a uma velocidade constante e sem precalços chegamos ao Algarve, mais propriamente a Armação de Pera onde ficamos no aldeamento Villas Barrocal. Gostamos do empreendimento e da casa então nem se fala. Excelente mesmo!! Com lugar coberto para as motas e tudo.



Depois de instalados fomos comer. Lá fomos nós comer o "pito" da Guia. Satisfeitos com o jantar voltamos para descansar. De manha cedo começava o dia. Há que aproveitar bem os dias.
Lá fomos nós para a Serra de Silves onde passamos o dia. Aqui ficam umas fotos do evento.





Voltamos a casa à noite. Jantamos por casa que assim ficou mais barato! Hoje em dia temos que poupar!!! Ainda tivemos tempo para umas brincadeiras.........

Depois de jantar fomos até Albufeira. Era Novembro e estava quase deserto. Os bares cheios de Ingleses e Alemães. As esplanadas do centro da cidade estavam vazias. Ficamos por lá um pouco e voltamos para a nossa nova moradia.


No dia seguinte voltamos ao local da prova. Muito pessoal. Mais umas fotos. Só 1 ganhou o prémio!! Chegou ao topo!






Hora de voltar. Saímos pela nacional mas entramos na AE. Tinha que ser.
Foi diferente e acabou por ficar barato. Em Novembro os preços do alojamento é mais baixo. Só assim se consegue viajar.........

Continuação de bons passeios...... de moto é claro!!!!!



Cinfães

Olá!!
Realmente acho que me desleixei por completo. Não é que não hajam histórias, mas a verdade é que a vontade não é muita.
Mas como mais vale tarde do que nunca aqui vai mais uma crónica ligeira.
Desta vez foram duas Varaderos, a minha e a do Pedro, a visitar Cinfães do Douro. Cinfães fica no distrito de Viseu, junto ao maravilhoso Rio Douro. É uma vila pequena mas com muita história.
Saímos de Ermesinde em direcção a Entre os Rios. A ideia inicial até era ir almoçar à Régua sempre pela nacional, mas depois alteramos o destino. Maravilhosa a estrada cheia de curvas por entre árvores enormes e sempre com o Rio Douro ao nosso lado. Passamos Alpendurada, passamos à Barragem do Carrapatelo, onde vimos um barco a passar na barragem, e sempre a contemplar as vistas chegamos a Cinfães. Fomos almoçar ao Solar de Montemuro que tem umas vistas fantásticas.
Após almoço subimos à Serra onde existe a Capela dedicada a S. Pedro. Já não ia lá desde pequeno. Está bem diferente. Eólicas enormes no cimo da serra faz-nos parecer tão pequenos.....


Depois de relaxar é hora de voltar à estrada. Novamente pela marginal desta vez pelo lado de Castelo de Paiva. Estava a chegar à hora do lanche e é então que chegamos a Pedorido. Ali mesmo junto ao rio com uma esplanada maravilhosa.
Lanchamos e voltamos à estrada. Mais um dia bem passado. Viajar de mota é uma sensação fantástica de liberdade. Só sabe quem realmente anda!!!!

Até á próxima...........

Continuação de bons passeios....... de mota é claro!!

sábado, 20 de agosto de 2011

13º Lés a Lés Mogadouro - Castelo Vide - Lagoa

Olá!

Cá estamos novamente para relatar mais uma experiencia única. O 13º Lés a Lés que iniciou em Mogadouro e teve o seu términos no Algarve na cidade de Lagoa. Foram 3 dias muito bem passados! Mas vamos lá começar com a aventura.
Desta vez não fui só eu e o Nuno! Levamos mais 2 companheiros com vontade de andar de mota e conhecer o nosso país. Assim fui eu na Varadero, o Nuno na Gs, o Martins na CBF 600 e o Pedro na sua Varadero.

Dia 1 – Ermesinde - Mogadouro.

Eram 6 horas da manhã do dia 23 de Junho e lá estávamos nós no local de encontro. Bombas da Repsol em Ermesinde. Depósitos atestados e prontos para arrancar. Entramos na A4 em direcção a Amarante. Começamos a rolar devagar, sem pressas pois a nossa hora para as verificações técnicas era só as 9:48 no centro de Mogadouro. Fizemos a viagem directa até Macedo de Cavaleiros onde paramos para tomar café. Duas de letra e um café e seguimos viagem. Estávamos perto de Mogadouro. Assim por volta das 9 da manhã chegamos junto ao local das verificações técnicas. Fomos recebidos por algumas águias que andavam a voar pelo céu.


Mais um cafezinho e estava na hora das verificações. Eu e o Nuno entramos primeiro com o número 73 e a seguir o Martins e o Pedro com o número 74. Lá fomos nós buscar as lembranças, o road book, os autocolantes e fazer as verificações dos documentos e do estado da moto. Passamos bem e lá fomos colar os autocolantes.




Já estamos no local da partida para o prólogo. Eram 11 horas e nós prontos a arrancar. Vai uma garrafa de água e eis que chega a tão esperada hora! Vamos para o palanque para começar o 13º Lés a Lés!!!
O road book manda nos ir conhecer o centro histórica e fazer uma visita à Igreja e ao Castelo. Estava difícil de estacionar pois haviam muitos carros por lá. Estava a decorrer um casamento. Umas fotos e voltamos à estrada. Passamos ao Pelourinho, à Câmara e seguimos em direcção a Macedo e Vimioso. A primeira aldeia do prólogo deste Lés a Lés a ser visitada foi a de Soutelo. A seguir Viduedo onde encontramos o nosso primeiro troço em terra e pedra solta! Descemos em direcção ao Rio e passamos por várias aldeias. Mais um estradão em terra junto à albufeira de Penas Roias. Umas vistas lindas de mais um recanto do nosso Portugal.


Seguimos rumo a Travanca onde encontramos o nosso primeiro posto de controlo. Seguimos as indicações do road book e quando demos por nós já estávamos à entrada de Mogadouro. Cerca de 85 km deste prólogo que se revelou fantástico. Umas estradas em terra para começar bem. Chegamos e fomos almoçar. Posta a Mirandesa para o almoço e uns finos a acompanhar. Após almoço fomos a Sendim à residencial fazer Check-in. Voltamos para o Jantar que estava marcado para as 20:30. Fomos deliciados com o tradicional bulho com cascas. Regressamos à residencial e fomos dormir. No dia seguinte as 5:30 estávamos a levantar pois começávamos a nossa prova às 6:24.

Dia 2 – Mogadouro – Castelo de Vide – 443,5 Km
À hora marcada e com pequeno-almoço tomado, lá estávamos nós no local da partida. Às 6:24 em ponto começamos a rolar. Adeus Mogadouro vamos conhecer mais encantos de Portugal. E assim foi! Fomos em direcção a Alfandega da Fé e fomos contemplados com uma magnífica paisagem do vale do Sabor.





Em Alfandega da fé comemos umas cerejas maravilhosas. Continuamos em direcção a Gouveia onde tivemos o nosso Posto de Controlo número 2, e onde tínhamos 2 opções para seguir caminho. A 1ª opção era a mais complicada. Descidas em terra com bastante regos e pelo que sei alguns companheiros caíram mesmo. Ao menos que ninguém se tenha aleijado. Fomos pela opção 2. E não nos arrependemos. Paramos no Miradouro de São Gregório e contemplamos o Vale da Vilariça, também conhecido como o “Nilo Português”.






Continuamos em direcção a Barca de Alva e eis que nos aparece o Rio Douro com todo o seu esplendor.




Chegamos ao 3º Ponto de controlo e à Beira Alta. Junto ao rio douro lá estava o MC Mirandela pronto para nos controlar. Após 2 dedos de conversa seguimos o nosso passeio. Sempre junto à fronteira seguimos em direcção a Almeida. Escalhão, Almofala, Escarigo, Vimiosa e eis que chegamos a Malpartida, onde mais um posto de controlo nos esperava. Desta vez era dos Vespistas do Norte pronto a furar a tarjeta no ponto 4. Foram da Maia para Malpartida só para andar a furar……






Seguimos para Almeida onde visitamos o seu interior, percorrendo o cimo das muralhas de mota. Já tínhamos cá estado em Setembro de 2010, http://motoferrobikos.blogspot.com/2010_09_01_archive.html.
Continuando a seguir as indicações que nos eram fornecidas seguimos a estrada rumo ao Sabugal. Era lá a nosso almoço. Descemos em direcção à Ponte de Sequeiros onde mais um posto de controlo nos esperava. Ponte antiga construída do séc. XIII para fins fronteiriços e onde nos furaram a tarjeta mais uma vez.




Já estávamos a ficar com fome. Estamos a cerca de 20 Km de Sabugal! Mas antes ainda tínhamos mais uma surpresa. O Moto Clube Galos de Barcelos, e como já vem sendo habitual, juntaram se à festa do Lés a Lés e criaram um Posto de Controlo único, o sexto, como se pode ver nas imagens. Sempre a subir!!!



































Após esta ginástica toda é que o almoço já fazia falta! É então que o chegamos ao Sabugal. Primeiro uma visita ao castelo e depois o almoço. Era 12.14 e podíamos entrar para almoçar uma salada fria. Almoçamos e fomos tomar café para relaxar um pouco. Ainda tínhamos muito que andar até chegar a Castelo de Vide. Assim voltamos à estrada. O calor começava a apertar. E mal sabíamos nós que o verdadeiro calor ainda estava para vir.
Agora rumo a Penamacor, rolamos junto à Serra da Malcata. Em breve estaríamos em mais um recanto de Portugal. Monsanto a aldeia mais portuguesa de Portugal. Estivemos de passagem pois não dá para estacionar a mota. Seguimos para Penha Garcia onde mais um posto de controlo nos esperava. Era o sétimo controlado pelo MC Porto. Uma vila muito gira com estradas estreitas.




Tivemos que vir com muita atenção ao Road book pois era um pouco complicado. Mas lá continuamos a descer por caminhos que não aparecem no mapa.
Saímos de Penha Garcia em direcção a Termas de Monfortinho. Rolando devagar era possível ver Grifos que são muito grande, maior que as águias. Voa grandes distâncias planando e quase sem bater as asas. A plumagem é acastanhada. Os “dedos” das asas são facilmente visíveis. Gregário, forma frequentemente bandos de algumas dezenas de aves. Pode confundir-se com o abutre-preto, que por vezes se lhe associa, distinguindo-se desta espécie principalmente pelas tonalidades castanho-cremes das coberturas, pelo pescoço claro e pela extremidade das asas claramente revirada para cima. Infelizmente para nós não foi possível. Para uma próxima vez quem sabe. Chegamos então a Segura e eis que nos aparece C. Varadero Portugal para confirmar na tarjeta a nossa passagem por lá no oitavo ponto.







Descemos à ponte de Alcântara e entramos em Espanha. Rolamos 73 Km em terras de Nuestros Hermanos debaixo de um cerca de 40 graus!!! Foi a primeira vez que um Lés a Lés passou por Espanha. Passamos por Alcântara, Membrio e Valencia de Alcântara. Estradas com rectas de perder a vista. Voltando ao nosso querido Portugal entramos pela fronteira de Marvão em direcção a Castelo de Vide, onde terminou a primeira etapa do 13º Lés a Lés, mas sem antes passar pela Senhora da Penha, Castelo de Vide, onde tivemos mais um posto de controlo, o nono e de onde se avistava o palanque.





Após passar o palanque fomos para a Quinta da Vaqueirinha, Turismo Rural onde ficamos a pernoitar.



Tomamos um banho e voltamos a Castelo de Vide para jantar. Mas antes do jantar fomos brindados pelo proprietário da quinta com uma prova de vinhos produzidos por ele na própria quinta.
Ao chegar ao jantar qual não foi o nosso espanto quando o menu era Jardineira!! Pois é! Tinham prometido porco no espeto!! Mas pronto até estava bom e como a fome era muita comemos e bebemos à maneira. Hora de um cafezinho e a seguir rumamos à quinta para descansar. A vontade não era muita mas tinha que ser pois no dia seguinte às 6:24 tínhamos que estar outra vez no palanque para desta vez rumar a Lagoa…

Dia 3 Castelo de Vide – Lagoa – 433 Km

Mais um dia e nós prontos a arrancar! São 6:24 e nós em cima do palanque. Vamos continuar a nossa aventura. O pequeno almoço foi em Póvoa e Meadas. Um sumo e um bolo típico da região. Seguimos viagem e tomamos café junto à barragem de Póvoa, que é alimentada pela Ribeira de Nisa. Após o cafezinho num lugar aprazível seguimos para Nisa.


Passamos pelos concelhos de Gavião, Crato e Alter do Chão até que chegamos a uma herdade fantástica. A herdade de Monte Redondo onde os Motoxplorers dão os cursos de todo o terreno. É nessa herdade que pela primeira vez molhamos a mota!! Na Ribeira da Seda tínhamos o 11º posto de controle.





Após umas voltas interessantes na herdade e umas águas para matar a sede, seguimos viagem. Saímos da herdade e fomos visitar uma ponte romana. Esta ponte romana de Vila Formos fazia parte outror
a da estrada que ligava Lisboa a Mérida, e só recentemente foi fechada ao trânsito. Mais uma estrada em terra e lá passamos junto a Seda. Espreitamos a maravilhosa albufeira do Maranhão e entramos em Benavila. Sempre a rolar e o calor a apertar!!! Estávamos no coração do Alentejo e ainda era cedo. Eram cerca da 9 da manhã e já se previa um dia quente. Mais um estradão espectacular em terra!






Os cheiros que se inalam são maravilhosos. Embora muitas motas conseguíamos cheirar o ar puro e os diversos cheiros das plantas, arvores e flores. Nada de velocidades pois tínhamos tempo. Cerca de 10 Km depois voltamos ao asfalto, e eis que nos aparece o 12º posto de controle, bem na Ponte de Ervedal, construída por Edgar Cardoso, uma réplica da Ponte 25 de Abril.

Desta vez os Motards do Ocidente arranjaram umas portagens em que só se passava depois da tarjeta devidamente controlada. Seguimos viagem desta vez para o Vimieiro, onde vimos o Palácio dos Condes de Vimeiro em péssimo estado de conservação. Continuamos a nossa maravilhosa viagem e eis que nos aparece Évora pela frente. Não paramos para visitar, só fizemos as cerca de dez rotundas que circundam a cidade. Seguimos em direcção a Beja e Torre dos Coelheiros. O calor continuava a apertar. Mais um posto de controle o 13º efectuado pelos Motards do Ocidente. A fome já apertava e estávamos quase na nossa hora de almoço. Era as 11:30. Cedo mas merecido. Mas antes do almoço eis mais um posto de controlo desta vez efectuado pelo Grupo Motard da Vidigueira. Desta vez era o 14º.Deixamos as meninas a descansar e vamos lá ao almoço. Eis que nos apresentam um Gaspacho a maneira.


O Gaspacho é uma sopa fria com pão, tomate, pimento, alho, orégãos, azeite e vinagre, seguido de umas sardinhas fritas. Após um refastelado almoço retomamos a viagem. Faltavam cerca de 8 horas para terminar esta odisseia. Fomos visitar as Ruínas de S. Cucufate e eis que nos deparamos com o 15º posto de controle.

Seguimos as indicações do road book e eis que nos leva a conhecer mais uns belos recantos alentejano tais como Cuba, Faro do Alentejo e a Capela do Calvário ou de Santa Madalena em Ferreira do Alentejo, entre outros. Paragem para mais uma garrafa de água e saímos por entre searas enormes de perder de vista, com umas cores maravilhosas que até parecem pintadas a mão pelo artista. Seguimos as placas de Aljustrel e sempre por estradas secundárias até 16º posto de controlo efectuado pelo MC do Moura na localidade de Messejana junto a uma fonte de água fresca que tão bem soube.


Continuando para o lanche chegamos a Ourique num pavilhão onde nos foi oferecido um lanche e umas águas.




Já passavam cerca de 3 horas do almoço por isso já sabia bem. Rolamos por mais umas planícies passando por S. Martinho das Amoreiras em direcção a Santa Clara a Velha onde foi efectuado o 17º posto de controlo dentro do rio Mira.

Mais uma molha que soube pela vida! Todo molhado e com as botas a pesar mais 2 Kg cada uma seguimos em direcção a Nave Redondo e entramos no Algarve. Continuamos pela Serra de Monchique e depois de cerca de 20 Km de curvas e de paisagens magníficas chegamos ao 18º posto de controlo no meio da serra. Estávamos junto à Subida Impossível onde quem conseguir chegar ao cume recebe um prémio monetário. Escusado será dizer que poucos são os que o conseguem.



Após mais umas garrafas de água lá voltamos à estrada em direcção a Silves. Passamos Silves e fomos ao Sitio das Fontes beber mais umas águas. O calor era mais que muito e a vontade de dar um mergulho também não era pouco.

Estamos quase a terminar. Já se vê placas de Lagoa. Mas antes e como já é de praxe fomos visitar a Moviflor de Portimão onde umas simpáticas meninas confirmaram a nossa presença no 19º posto de controlo. Mas ainda faltava um posto de controlo. Onde será? Continuamos e lá estava Lagoa a nossa frente. Mas ainda fizemos um desvio, passando no centro de Ferragudo e a seguir fomos ver as magnificas vistas do Cabo Carvoeiro junto ao farol onde o 20º e ultimo posto de controle nos esperava.



Agora sim Lagoa era o destino final. Lá estamos nós em cima do palanque!!!!



Chegamos ao fim e tudo correu lindamente. Cerca de um ano depois do 12º Lés a Lés lá estávamos nós a pensar se para o ano iríamos estar presente no 14º Lés a Lés. Não foi preciso falar. A ideia é essa!!!

Mais 2 dias de passeio, de convívio novas amizades. O verdadeiro espírito do Lés a Lés sempre presente.

Mais uma vez inúmeras fotos foram tiradas. Valeu a pena cada momento, cada instante. Paisagens únicas todas iguais em alguma coisa mas todas diferentes. Cheiros únicos, pessoas acolhedoras, vilas e aldeias que jamais imaginei que existissem. Vale cada cêntimo que se gasta neste passeio. Mas é claro é a minha opinião.

Turu over and out…………..


Só mais algumas das quase 600 fotos tiradas entre nós os 4 durante este lés a lés!!!